Um Amor Perigoso



Escrito por Virginia Nielsen. Título original: Seven Tides. Ano em que foi escrito: 1972.
Este livro eu tenho há muitos anos e gosto muito dele. Este exemplar eu consegui há umas duas semanas. O outro tinha perdido a capa, infelizmente. Esta capa é muito, muito legal. A moça é bonita, o vestido amarelo é lindo... o amarelo deu um extra a capa, deu vida. A moça correndo e a moça caindo, que parecem a mesma, na verdade são as gêmeas da história. A que está caindo é a gêmea que morre logo no inicio (não estou entregando a história, não se preocupem) e a outra é a protagonista.
Sobre a história, eu não tenho em absoluto o que criticar. Tudo funciona as mil maravilhas, tornando a leitura um grande prazer e muito difícil conseguir parar de ler. Florine é a gêmea casada que mora em uma ilha. Livvy é a gêmea que mora em Paris e estuda piano. Logo no inicio Livvy é informada de que sua irmã morreu. Como as duas compartilhavam sentimentos e sensações, mesmo a distancia, ela tem certeza de que a gêmea foi morta e vai a ilha onde esta morava para descobrir o que realmente aconteceu. Ver uma cópia de Florine incomoda a todos; do marido a prima, o primo, empregados, etc. Além disso, com um assassino a solta, Livvy corre perigo.
Para quem conseguir este livro, não perca a chance de ler. Vai valer a pena cada segundo ;-)

Sorteio Pacote Diana palmer

O Literatura de Mulherzinha está fazendo o seguinte sorteio:

Receber em casa de uma só vez
Acreditar outra vez,
Adeus ao Amor,
Anjo do Oeste,
Primavera de Amor e
A Tentação do Desejo
de graça, se você for a escolhida. Participe.
Valido apenas para quem mora no Brasil. Passe no blog dela e se inscreva. Tem um link a esquerda que leva você direto lá ;-)

Becky Bloom, o Filme.

Sobre o filme, baseado nos livros, eu digo o seguinte: se os livros são fracos, o filme é um desastre. Becky ficou mais acefala do que já era, a trama é fraquissima e não tem muito a ver com os livros, além dos nomes dos personagens. Ainda não entendi porque mudaram alguns nomes, porque a história se passa nos Estados Unidos, porque a melhor amiga dela já está noiva do cara que antes namorou a Becky, porque mudaram o caso que Becky resolve ( e a unica coisa que faz ela parecer menos idiota) e que final eu-sou-muito-muito-imbecil foi o que colocaram no filme.
Olha, sinceramente não recomendo a ninguém. Para quem leu, vai ser chato, para quem não leu... bom, eu achei o filme sem graça, mesmo. Sei que muitas pessoas gostaram, mas para mim foi um suplicio chegar até o fim ;-p

5 - O Chá-De-Bebê de Becky Bloom


O Chá-de-Bebê de Becky Bloom (Shopholic and Baby).
Como sempre, a vida de Becky vai muito bem. Trabalho em uma grande loja, a procura de uma grande casa e está grávida. O problema aparece logo em seguida: a doutora que vai fazer seu parto é uma antiga namorada de Luke, é linda e parece querer ele de volta.

Oquei... seguindo a receita de bolo que ela sempre usa, tudo acaba dando errado, mas algo aparece para ela poder resolver e dar a volta por cima... só que depois de quatro livros, Sophie Kinsela deve ter pensado que não podia deixar o casal mais rico do que já era, então, puff, acabou com a vida financeira dos dois... provavelmente o livro seis vai ser o inicio de tudo, em looping: o casal tornando a ficar rico. Não sei se vou me prestar a ler mais algo com a Becky Bloom... este ultimo livro eu já li pulando as páginas, de tão chato que foi. Sem duvida, o pior de todos.

4 - A Irmã de Becky Bloom


A Irmã de Becky Bloom (Shopaholic e Sister).
Becky anda de mal com a vida: brigada com o marido, desempregada, sem grana... até que descobre uma irmã. Será uma companheira para ir as compras?

Interessante como os livros desta série regridem depois de evoluir. A cada livro ela regride... relacionamento fica ruim, ela perde o emprego, fica devendo... e de repente tudo melhora, tudo fica melhor do que antes. Isso delata uma falta de criatividade enorme... Sophie Kinsela repete a mesma fórmula até a exaustão.


3 - As Listas de Casamento de B B


As Listas de Casamento de Becky Bloom (Shopholic Ties The Knot).
Pela primeira vez na vida Becky parece estar nos trilho; conseguiu um emprego de consultora de compras, mora em um ótimo apartamento em Manhattan com Luke e é pedida em casamento por ele. A confusão começa porque a mãe dela quer uma festa na Inglaterra e a mãe dele quer a festa em Nova York. Becky acaba concordando com as duas cerimônias sem que as mães e o noivo saibam e então, precisa descobrir como fazer para estar em duas cerimônias ao mesmo tempo, em continentes diferentes.

O que eu posso dizer... QUE ESPÉCIE DE MULHER É ESTA?????
A situação não é engraçada porque ela parece uma barata tonta!!!!! Ela não tem voz ativa em nada. É o casamento dela e os outros decidem tudo e ela é tão estúpida que acaba com duas cerimônias de casamento marcadas. Muito, muito idiota.



2 - Delírios de Consumo na Quinta Avenida


Becky Bloom: Delírios de Consumo da Quinta Avenida (Shopholic Takes Manhattan).
A Vida de Becky parece ter se transformado num sonho. Ela trabalha como consultora em um programa de televisão, o gerente de seu banco é um doce quando o assunto é consumo, seu novo lema é Compre só o que precisar e seu namorado Luke está de mudança para Nova York e a convida para ir com ele.Nova York: o Museu de Arte Moderna, o Guggenheim, o Ópera House. Becky quer sim conhecer a vida cultural da Big Apple mas… Nova York é a meca do consumo e nossa heroína não poderia deixar de conhecer alguns lugarzinhos, leia-se lojas, irresistíveis da cidade, como Sacks, Bloomingdales, Sephora e Barney’s. Lógico que, mais uma vez, ela enlouquece.

Considero este o melhor da série. Ela não parece tão estúpida e eu dei umas risadas enquanto lia :-)



1 - Os Delirios de Consumo de B B


Delírios de Consumo de Becky Bloom (Confessions of a Shopholic).
Rebecca Bloom não resiste a uma liquidação! Quanto mais inútil, melhor! Para ela, o mundo todo enxerga os detalhes da alça de seu sutian, combinando com as cores de seus sapatos. Mas seu salário nunca é suficiente para pagar suas extravagâncias. Endividada até a alma, Rebecca vive fugindo do seu gerente de banco e procurando fórmulas para pagar a fatura do cartão de crédito.

Como eu disse, na minha opinião a personagem é uma idiota. Ela não é engraçada, ela nem se quer tem caráter. O livro é meio decepcionante depois de ler algo como A Imaginação Hiperativa de Olivia Joules, da Helen Fielding. Até a irmã da Sophie Kinsela escreve melhor que ela (a Gemma Townley).


Becky Bloom

Saindo um pouco do meu tema favorito, vou postar sobre os livros da Sophie Kinsela sobre a personagem Becky Bloom. Até o momento (pelo menos no Brasil) são 5:
1) Delirios de Consumo de Becky Bloom
2) Delirios de Consumo na Quinta Avenida
3) A Lista de Casamento de Becky Bloom
4) A Irmã de Becky Bloom
5) O Chá de bebê de Becky Bloom
Eu li o primeiro pegando emprestado com uma amiga e depois de um tempo, como tinha vales para trocar por livros num sebo, acabei pegando ele para mim... com os outros três também foi assim e espero achar o que falta... sinceramente, se tivesse precisado comprar eu nunca teria comprado esta coleção, porque ela não faz exatamente meu gosto. Creio que peguei os livros mais por compulsão... sei lá :-)
Bem, quando eu li o primeiro livro, na maior parte do tempo a personagem me irritou profundamente. Na minha opinião ela é uma mentirosa irresponsavel, que não leva as outras pessoas em consideração. Ninguém precisa comprar coisas que não pode pagar porque "comprar é divertido". Alguns momentos da história eu achei divertidos, mas não me enganei: Becky Bloom é uma idiota. Essa impressão se intensificou nos livros seguintes, apesar da minha esperança de que melhorasse (eu comprei 3 livros fora da série Bloom e gostei de dois deles, de verdade).


A Suspeita



Helen Arvonen, Coleção Romance Rebeca. Mais uma capa interessante (eu realmente gosto destas capas com pinturas de moças de décadas ou séculos passados). Um detalhe fofo nesta coleção são as capas coloridas, geralmente belas cores, com a pintura no centro, em destaque.
Bom, A Suspeita se passa no Canada. A mocinha vai para lá encontrar seu pai depois de muitos, muitos anos sem vê-lo. Após a morte da mãe ele a deixou com a tia e foi fazer fortuna. Cansada de esperar, ela finalmente pode ir ao seu encontro, mas... ele está morto. Na casa moram seu tio e a esposa, o irmão desta e uma criada índia, que se acha :-)
Palavras da mocinha, que é uma das criatura mais preconceituosas que eu já "li". A autora menospreza, nas palavras dela e de outros personagens, os índios que participam da história. Na realidade, eles geralmente aparecem para assustar/ameaçar a mocinha.
Para não variar, ela se encanta pelo conhecido do pai que a leva até sua nova casa, depois passa o livro todo irritada/revoltada e enojada com o irmão da esposa de seu tio, olha cobiçosa para um jovem índio que a salva de morrer afogada... por aí vai. Muito assanhadinha ela, para a época, hahahahaha. O livro não é dos piores, mas, os livros da Helen Arvonen oscilam muito; uns são bons, outros passáveis e alguns são péssimos. Para quem conseguir, boa leitura e boa descoberta do segredo que o pai dela e o resto da família guardavam e que faz ela ficar com a cara no chão, hehehehehehe.

Highland Fire



Escrito por Abigail Clements. Em inglês. A capa é muito, muito linda. Frente e verso formam a imagem, eu gosto disso. A moça está vestida com um longo amarelo dourado, usando uma manta por cima. Em momento algum do livro ela usa algo assim, infelizmente. A casa não é exatamente como eu imaginei após ler a descrição, mas, em suma, a capa é linda.
Sobre a história: Começa da melhor forma possível. Moça está viajando para a Escócia para assumir um emprego lá como uma espécie de secretária e governanta de uma casa nas Highlands. Ela ficará apenas com o patrão, um belo e charmoso homem. Enquanto ela está no voo descobrimos que ela é viúva, que o marido morreu na guerra do Vietnan, que ela perdeu a filha durante o parto e que ela perdeu a vontade de viver. Por isso ela está saindo dos EUA e indo para longe da família: para tentar recomeçar a vida longe das lembranças.
O problema para ela é que, no dia que ela chega (depois de uma viagem de avião, de trem, de ônibus e uma carona de carro dada por um empregado de seu novo patrão que a deixa a quilômetros da casa para ir até lá sozinha, arrastando a maleta de viagem sei lá porque) ela se encontra sozinha na casa (após a acolhida simpática da vizinha, que lhe entrega as chaves da casa) que não tem telefone nem luz e nem o patrão está presente, pois viajou para pescar (quando deveria estar ali para recebê-la). Ela vai em busca do telefone que fica a uns dez quilômetros da casa, de noite, em meio a uma tempestade e uma moça aparece, lhe entrega uma criança de dois anos e desaparece, dizendo que vai voltar. Ela espera por duas horas e decide voltar para sua nova casa com a menina. Resultado: a moça, mãe da criança, foi morta. Ela consegue convencer a policia e o patrão a deixar a menina com eles, pois ela a cuidaria. oquei... os dias se passam com ela cuidando da casa e da criança, visitando os vizinhos e descobrindo que há algo de errado naquele lugar, com seu patrão e o empregado que a deixou no meio do nada e um pessoal que mora numa espécie de comunidade hippie. Que a mãe da criança talvez tenha sido assassinada, que ela está em perigo e por aí vai. Tem outro homem charmoso que aparece pelo meio do livro e que lembra muito o marido dela.
Você acompanha o relacionamento dela com o patrão e pensa que está seguindo o caminho que um livro deste estilo seguiria, mas então o cara passar a ser cada vez mais cretino. Logo que ela chega perceber que ele tem bruscas mudanças de humor, vai do sorridente e alegre ao agressivo num piscar de olhos. A gota d`água é quando ele dá uma bofetada nela na frente de testemunha. Ela chega a cair no chão com a pancada... e ela continua na casa dele!!!!!!!!!!! Ela perdoa ele!!!!!!!!!!!!!! Ela sorri carinhosa quando ele volta para casa e pede desculpas!!!!!!!!!!!!! ELA É UMA IMBECIL!!!!!!!!!!!!!!!!!
A partir daí o livro desanda. Dá uma repugnância ler aquela mulher arrumando desculpas para o cara todas as vezes que ele grita com ela, xinga ela, ameaça ela e assim por diante. Você pensa... o outro cara, o legal, não merece esta idiota. Sério, eu já estava saturada da imbecilidade dela, mas depois dela apanhar e ficar, só li por amor a camiseta :-P

Dangerous To Me



Escrito por Rae Foley. É uma publicação em inglês. Como os romances góticos publicados no Brasil começaram a se tornar mais escassos para eu comprar, comecei a atacar livros em inglês. Tenho um montinho deles e vou comprando a medida que os encontro. As capas costumam ser muito bonitas :-)
Bom, sobre este livro, ele não me agradou nem de longe. É muito raro eu começar a ler um livro, não chegar até a metade e só folhear, espiando até o fim o que aconteceu (mais por desencargo de consciência ou algo assim). A história não é gótica nem remotamente.
Moça é contratada para ser assistente de senhor inválido em uma cidadezinha em Conecticut. Acontece que a senhora que a entrevista para o emprego comenta que foi a principal testemunha em um caso de assassinato e que, o rapaz que tinha sido condenado a 20 anos na prisão por ter matado uma moça, estava solto. Esta senhora voltaria a morar na cidade onde havia ocorrido o crime, assim como o rapaz, que voltaria a estar com a família. Esta senhora é assassinada e a moça começa a sofrer atentados contra a vida logo em seguida, antes mesmo de ir para Conecticut (ela morava em Nova Iorque). Com medo, ela procura um investigador que um amigo havia recomendado. Ela não deseja procurar a polícia porque havia estado envolvida na morte do marido uns anos atrás (ela o matou - legitima defesa).
A história é mostrada sob a perspectiva de todos os personagens que surgem, a medida que vão surgindo. Acontece que o protagonista é na verdade o detetive que a moça contrata. Isso torna a história muito, muito fraca. É um policial, na realidade, mas um policial no estilo filme Noir (não tão charmoso). Eu não sou fã de policiais Noir, o que desestimulou a leitura. Você não se identifica com os personagens porque é tudo absurdamente superficial. muitos personagens envolvidos dando sua visão. Pelo menos a capa é muito bonita, hehehehe.

A Maldição de Carlotta



Romance Rebeca, escrito por Jane Mc Carthy. A capa até que é bonitinha. Nada de gótico, na minha opinião, no entanto. Mal dá para ver o que tem no fundo e a moça não transmite muita coisa para quem está olhando para ela. A história é boazinha. Um castelo na california, pelo menos, é uma idéia divertida :-)
A parte em que contam a história do castelo e dos antepassados da protagonista também é divertida. O mocinho não é do tipo certinho. Boa parte do tempo você acha que ele é interesseiro, depois que ele é um criminoso, que ele não gosta da mocinha e por aí vai, hehehehehehe. Menos mal. Chato é quando você já sabe de tudo desde o inicio em uma história que deve ter suspense. Sobre a mocinha, o que mais me chamou a atenção, foi o fato dela não conferir se as pessoas que deveriam receber a herança da qual ela estava dispondo, eram realmente quem diziam ser. Total falta de preocupação e responsabilidade. Fora isso, ela não é das mais idiotas (estou sendo malvada, neste ponto). A história funciona, felizmente.

Holofote + Comentário Barrado!!!

Gente, fugindo ao que costumo postar, aconteceu algo engraçado :-)
De vez em quando eu dou uma fuxicada no Holofote (da clicrbs), para ler os posts sobre os babados dos atores e afins. Acontece que no inicio desta semana eu li uns posts colocados lá que foram repetidos na integra na Pampa, no programa da Vera Armando, pelo carinha que destila veneno e não tem graça nenhuma (sério... muito sem graça, muito sem tudo). Ele usou as mesmas fotos, falou exatamente as mesmas coisas sem graça, hahahahaha. Ou ele plagiou o blog do HOLOFOTE, ou ele é uma das "meninas" que posta lá. Eu fui no Holofote e fiz este comentário em dois posts, mas meus comentários não foram aprovados, ou seja, não apareceram. Acho que eu estava certa. Se não deixaram aparecer o comentário com a minha teoria, é porque uma das "meninas" do holofote é o "alegre" ser que só sabe detonar os outros. Fiquei rosa purpurinado, hahahahahhaha!!!!!!!

As Forças do Mal



Romance Rebeca, Mona Farnsworth.
Amei a roupa da mocinha; parece uma cigana, ou uma camponesa.Gostei do cenário (se posso chamar assim). Ela está subindo sorrateiramente uma escada e passando por uma grande janela. Parece que está indo para um sótão. O rosto e o cabelo dela são bonitos... a figura toda funciona. A capa, num tom de fuccia ficou bem :-)
A história é boa. Um pouco diferente do normal... mocinho que não é um ideal de honestidade (isso é bom, para variar). A casa, onde a maior parte da história se passa, parece um sonho dantesco. Tem um grande charme e é a descrição de casa mais diferente que eu já li. O mistério é intenso, com muitas sequências que despertam a curiosidade. Quem estava escutando através da porta, pelo corredor? Quem tentou entrar no quarto da mocinha de madrugada, forçando a porta? Onde o vulto que ela perseguiu foi parar, num corredor com fim? Porque as pessoas naquela casa, com uma única exceção, pareciam deslocadas? O que a criada escondia? Acaba funcionando. O segredo é meio irreal (mesmo), mas, como eu disse antes, ficou interessante porque fugiu do costumeiro :-)

A Sala dos Espelhos



Romance Rebeca, Dorothy Daniels.
Escrevi toda uma resenha sobre este livro e deu pane na internet e eu perdi. Como não estou disposta a escrever tudo de novo, resumo:
Livro mais ou menos. Época e cenário interessantes. Personagens chatos. Mocinha idiota. Mocinho insensível. Não é dos melhores da Dorothy Daniels, mas também não é dos piores. Capa interessante.
 
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