Terror em Avignon - Mary Stewart























Creio que este foi o primeiro livro de Mary Stewart que eu li. Ainda hoje é um dos meus favoritos. O cenário é atraente e os diálogos são divertidos. Não raro você lê duelos com palavras e situações típicas de filmes feitos nas décadas de 50/60, mas com uma trama fabulosa.



SINOPSE

When Charity Selborne arrivedin the picturesque French resort town of Avignon, she had no way of knowing that she was to become the principal player in the last act of a strange and brutal tragedy. Most of it had already been played. There had been love--and lust--and revenge and fear and murder. And now the killer, with blood enough on his hands, was waiting in the wings.


Todos os livros estão em português, apesar das sinopses em inglês. Só fiquei com preguiça de traduzir :-)


Não Toque no Gato - Mary Stewart


Um bom exemplo de como é possível escrever um livro com suspense, romance e um toque de sobrenatural.

SINOPSE


A protagonista, Bryony, tem o dom da telepatia e pode comunicar-se com um homem que considera como seu amante, mas que mantém a identidade oculta dela. Ela sabe que é um parente e supõe que seja um de seus três primos, os gêmeos Emory e James e Francis, o mais novo. Bryony retorna ao Reino Unido após receber uma mensagem e descobrir que seu pai morreu de repente em um acidente misterioso. Ela começa então uma investigação sobre a morte de seu pai ao mesmo tempo que se aproxima cada vez mais de seu amor telepático.


A Torre de Marfin - Mary Stewart


Sem dúvida alguma Mary Stewart é minha autora favorita dentre todas. Os livros dela carregam suspense, charme e romance na dose certa e dão um gostinho de estar em outra década como se você realmente estivesse por lá. Para comemorar o Natal e o Ano Novo vou postar três dos livros dela com suas capas lindas :-)

SINOPSE

When Rose Fenemore sets out to meet her brother Crispin on the island of Moila off the west coast of Scotland, she looks forward to a quiet holiday in a natural paradise of seabirds and wild flowers. Remote and lonely, the island seems to Rose the ideal place away from it all. The isolated cottage she has rented, advertised as an "ivory tower," promises to be a perfect retreat where she can finish writing a novel, and where Crispin can walk and fish and indulge his passion for photography.
But things do not turn out so idyllically. Her brother's arrival is delayed, and the island's peace is shattered by the appearance one night of two men seeking shelter from a violent summer storm--men whose conflicting stories draw Rose into a web of menace and suspicion.
Rose's discovery of the stormy petrels--the fragile, elusive birds who nest ashore but spend most of their lives flying close above the sea waves--comes to symbolize the confusion she feels about Ewen Mackay, the man known as the island's prodigal son, and the man calling himself John Parsons, whose account of himself Rose has every reason to distrust.
Moving through the arresting landscape of Scotland's fabled Western Islands, The Stormy Petrel is an enthralling story of mystery and suspense, with the touch of romance and sheer good writing that is the hallmark of Mary Stewart's work. It is a splendid addition to her long and distinguished list of international best sellers.

AQUI!!!!


Dorothy Daniels - Pequena Biografia


Dorothy Daniels nasceu em Connecticut mas, no auge de sua carreira como escritora, em meados dos anos 60, passou a morar na California. Começou sua carreira profissional como professora de Inglês em um colégio do estado. Mais tarde escreveu artigos que apareceram em algumas revistas nacionais o que a conduziria a sua carreira como escritora de novelas góticas. A Lancer books, que publicou mais de 20 das novelas escritas por ela, definiu Dorothy Daniels como a " escritora americana de novelas góticas mais popular do mundo" enquanto a Pocket Books anunciava que haviam vendido mais de 11 milhões de cópias de suas novelas góticas na década de 70. Seus 146 livros foram publicados por uma dúzia de editoras, algumas com mais de 4 edições para cada obra. A Lancer e a Warner Books juntas publicaram mais de 60 das novelas góticas escritas por ela. A maioria de suas histórias eram escritas na primeira pessoa e isto tornou-se uma marca de seu estílo de literatura. Muitas de suas histórias de passam no Velho Sul. Suas novelas eram consideradas envolventes, com plots inteligentes e contendo mais personagens do que as demais novelas góticas escritas na época. Sua ultima novela gótica foi "A Casa do Silêncio" (House of Silence) publicada em 1980. Depois disto ela escreveu vários romances históricos e sua ultima novela publicada foi "Crisis at Valcour", em 1985.
Dorothy Daniels publicou um livro com o nome Norman Daniels, levando a comentários de que este era o nome de seu marido ou de que este era seu verdadeiro nome e que Dorothy Daniels era na realidade um homem. Muitos de seus romances góticos publicados sob a alcunha de Dorothy Daniels ou Suzanne Somers foram registrados por Norman Daniels. Ela também publicou uma novela, "House of False Faces", sob o pseudônimo de Helen Gray Weston, mas este livro foi, mais tarde, reimpresso como "escrito por Dorothy Daniels sob o pseudônimo de Helen Gray Weston". Ela escreveu pelo menos quatro romances com enfermeiras assinando Dorothy Daniels e mais três foram escritos sob o pseudõnimo de Doris Knight.
Pesquisando na internet não encontrei fatos que confirmassem a real identidade dela. A corrente mais forte era a de que o escritor era homem, que se chamava Norman Daniels e que era casado com uma Dorothy Daniels, de quem emprestara o nome para assinar a maior parte de seus livros. Eu creio ser esta a teoria mais correta, especialmente após ler boa parte dos livros góticos escritos por "ela". As personagens femininas são apresentadas em 99,99 por cento dos casos como frágeis, tolinhas, arrogantes e muitos outros defeitos. Dificilmente consigo ver uma mulher sempre escrevendo com mocinhas tolas e sempre mostrando o lado mais "inferior" do sexo feminino.

The Smiling Medusa


Jean Muir

Livrinho gótico escrito por Jean Muir. Sobre a capa eu posso dizer que é relativamente estranha. Não chego a gostar, não chego a desgostar. Tem a moça com um rosto interessante e uma roupa interessante em uma pose estranha. O que será que ela pretendia caminhando com os braços erguidos acima da cabeça? Na verdade, apoiados na cabeça. O mar é referente a ilha onde se passa a história (uma ilha grega) e a cabeça ao lado dela (de total mal gosto) se refere a forma das ondas e a lenda sobre as irmãs Górgonas, especialmente a Medusa, que é corrente na ilha. A história é interessante, apesar do suspense não correr de forma a prender a atenção. Não é gótico, mesmo, apesar de ter sido classificado como. A moça é bem confusa, coitada e do tipo carente de afeto, o que a torna um pouco irritante. O romance poderia ter sido ótimo, se a autora tivesse desenvolvido ele, ao invés de fazer sua protagonista olhar para o rapaz e decidir, em segundos, que o ama mais que a vida.
Resumindo: Moça recebe herança e vai para ilha grega (onde sua mãe havia nascido) para tomar posse. Lá descobre que o outro neto foi deserdado em prol dela, que um nativo que desejava falar com ela foi assassinado e que algo estranho acontece naquela ilha. Leitura rápida.

Cameron Hill



Mary Kay Simmons.

Este livro é um bom exemplo de como um inicio interessante pode se transformar numa grande porcaria.
Todo o suspense insinuado nas primeiras páginas e toda a promessa de momentos de angustiante diversão conduzem a um beco sem saída. Sério. Você fica esperando pelo suspense e ele não vem, porque a escritora decidiu perder o SEU TEMPO (sim, o seu tempo, leitora) num vai e vem romântico que não convence, de uma protagonista que, bem antes do final do livro, você já está querendo matar... não matar... MATAR mesmo, com maiúsculas. Você deseja que ela sofra e que morra e que a morte dela traga consolo e fim para a sua agonia.
Posso estar sendo um pouco dramática (bem pouco), mas a parte romântica é muito, muito fraca e eu não simpatizo com mulheres casadas que traem seus maridos, mesmo que se descubra mais tarde que ele era um vilão. A capa tão bonita não merecia uma história tão pobre (pobre de criatividade, de charme, de situações góticas, de romance...)
Sinceramente, se você gosta de uma mocinha burra e estúpida, raiando a imbecilidade, que se apaixona por um até casar com ele e se descobre apaixonada por outro, depois de estar casada, que sofre atentados contra sua vida e não percebe isso, que insiste nos erro infantis e se acha a dona da verdade, este livro é para você! E se você gosta de capas bonitas de livros góticos, eu recomendo :-)

A Herança da Gata Borralheira

A Herança da Gata Borralheira - M. Delly


O Meu Vestido cor do céu


O Meu Vestido cor do céu - M. Delly



O Lírio da Montanha


O Lírio da Montanha - M. Delly

O Infiel

O Infiel - M. Delly

Lamento na noite

Lamento na noite - M. Delly

Escrava ou Rainha


Escrava ou Rainha - M. Delly



Ardil Estranho

Ardil Estranho - M.Delly

A Pomba do Castelo

A Pomba do Castelo - M. Delly


A Cascata Rubra


A Cascata Rubra - M. Delly


A Casa dos Rouxinóis


A casa dos Rouxinóis - M. Delly


A casa do Lis


A Casa do Lis - M. Delly


Elfrida


Elfrida - M. Delly


O Rei de Kidji


O Rei de Kidji - M. Delly













 
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