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A Bela e o Barão

Deborah Hale


SINOPSE:


Lorde Lucius Daventry voltara da guerra com o rosto desfigurado por causa de um tiro e 
decidira viver em reclusão. Mas ao saber que seu avô estava à beira da morte, propõe um 
noivado fictício à sua vizinha. Ângela Lacewwod, para satisfazer a última vontade do avô.
Tudo era para ser um mero acordo, mas a paixão avassaladora que invadiu seu peito 
estava sendo díficil de ser represada. Lucius sabia que não podia abrir seu coração para 
Ângela; afinal, o que uma mulher tão bela iria querer com um homem como ele?


MINHA OPINIÃO:


O protagonista desta história chama-se Lucius Daventry, conhecido no passado como um dos homens mais belos da Inglaterra, mas que, durante a guerra, teve parte do rosto desfigurado por causa de um tiro. Ele é o Barão do título, que começou a usar uma máscara para esconder as cicatrizes, sofrendo fortes dores de cabeça e com grande sensibilidade a luz, motivo pelo qual começou a sair somente durante o período noturno e, como consequência, passou a ser chamado de Lorde Lúcifer.Lucios é uma pessoa cheia de traumas e que detesta companhia, perdeu a fé na humanidade e na vida e só tem apego por seu avô.
A protagonista, Ângela Lacewood, vive de favor na propriedade dos tios e já se conformou em não ser notada nem amada por nenhum membro da família, exceto talvez, por seu jovem irmão, que tenta fazer carreira militar e não vive com ela. Tentando compensar a carência Ângela passava boa parte de seus dias ajudando os necessitados, fazendo visitas às pessoas da comunidade e ajudando no que fosse possível. Desta forma ela começou a visitar o conde de Welland, o avô de Lucius, um velhinho solitário e saudoso do neto.
Lucius e Ângela ficam noivos, e, segundo o combinado, após a morte do Conde Welland a moça deveria romper o noivado.  Lucius propôs o falso noivado a Ângela para que o seu avô, que estava com a saúde muito debilitada, pudesse morrer tranquilo sabendo que o neto e ela, uma vez casados, cuidariam um do outro. Durante este falso noivado os dois começam a se conhecer e se descobrem muito atraídos um pelo outro, rapidamente se apaixonando.
Quando Ângela se descobre apaixonada pelo Barão, tenta de todas as formas fazer com que ele esqueça o acordo de noivado e realmente case com ela. Lucius, no entanto, não aceita de jeito nenhum as declarações de Ângela de que podem ser felizes juntos e acaba fazendo ela sofrer mais do que devia em razão de seu temperamento teimoso. Não entendo por que, se o cara não queria nada com ela, ou se, nas palavras dele, não estava a altura dela, pegou a moça e dormiu com ela. Muito gentil, justo, cavalheiresco e por aí a fora usar a mocinha e jogar fora para ela jamais conseguir um casamento!!!! 
A obstinação de Lucius, mesmo estando apaixonado, de ficar longe de Ângela foi irritante e chata. 
Um livro que tinha tudo para ser bom, mas que se perdeu no meio da trama. O livro está cheio de clichês. Narrativa arrastada e sem grandes sobressaltos (em alguns momentos parecia infinita, afe). Sinceramente, eu dispenso este livro. Não pretendo tornar a lê-lo jamais e, depois desta resenha, provavelmente nunca mais vou pensar nele ¬¬








A Linguagem do Amor



















A Linguagem do Amor

Deborah Hale

COMENTÁRIO:

A protagonista da história se chama Leonora, moça órfã que vive com o tio, a quem muito ama. Leonora é uma jovem culta e cheia de ideais. Planejara para si uma vida de solteira, dirigindo sua própria escola, onde ensinaria jovens pobres para que assim conseguissem melhorar de posição em suas vidas. Toda sua vida vivera sob a sombra do medo de ser como a mãe, mulher que tivera a fortuna dissipada pelos inúmeros amantes que haviam surgido em sua vida após a morte do marido, pai de nossa mocinha.
Com o futuro bem definido em sua mente, Leonora aceita o desafio proposto por seu tio: se ela conseguisse ensinar um soldado grosseirão a se passar por cavalheiro, ele financiaria sua escola e lhe daria sua parte na herança, para que pudesse se sustentar, sem precisar casar e poder abrir a tão sonhada escola. Estabelecida a aposta, o tio de Leonora aponta a "vitima": o ex-sargento Morse, que servira no mesmo regimento do falecido primo da moça. Morse estava se reestabelecendo no hospital de ferimentos em batalha e corria o risco de ir a julgamento por ter desobedecido ordens superiores.
De cara já dá para perceber que o tio de Leonora pretendia realmente era unir o casal; a sobrinha, que tanto amava, e o rapaz que havia tentado salvar-lhe o filho e, não tendo conseguido, trouxera seu corpo de volta a família, para ser enterrado. O livro começa exatamente neste momento: o encontro de Leonora com Morse, homem grosseiro mas de bom coração, absolutamente sem nenhum traquejo social, mas inteligente e sagaz.
Claro que de inicio temos antipatia e uma certa atração. Leonora se faz feia e Morse é absurdamente atraente. Após muito relutar, Morse acaba por aceitar fazer parte do desafio e daí as confusões têm inicio, assim como os romances... sim, "os". A história não se restringe apenas ao casal central, ela cobre outros personagens, como um parente afastado de Leonora e seu tio, que ela pensa ser o escolhido com quem devera se casar se perder a aposta mas que, obviamente está lá para causar ciumes a Morse; temos também a aluna favorita de Leonora, que ela coloca sob sua proteção. Devo confessar que este parente afastado se revelou meu personagem favorito, devido a sua extrema simpatia e senso de justiça.
Quanto as aulas que tornariam Morse um cavalheiro (uma espécie de Mayfair Lady de calças) de inicio são um desastre. Leonora tenta ensinar latim, história, matemática, economia, etiqueta e Morse odeia cada minuto, não prestando atenção a nada e se dedicando a encontrar formas de escapar das aulas até que, colocando um destes planos em ação, os dois tem um momento romantico. Morse acaba por se tornar um aluno exemplar e Leonora começa a desabrochar, mostrando-se uma linda mulher e começando a crer ser muito diferente de sua mãe, o desejo de ser feliz com um companheiro surgindo em seu coração.
Claro que muitos desencontros surgem daí... muitos mesmos, pois os dois são absolutamente cabeças duras e desconfiados. Dei boas risadas lendo está história adoravel. Simplesmente encantadora; divertida, romantica, engraçada. Recomendo a todos.

SINOPSE:

ESCOLA DE AMOR OU DE ESCÂNDALO? INGLATERRA, 1812.

Leonora Freemantle fizera uma aposta alta, defendendo a teoria de que eram os estudos, não o direito de nascimento, que produziam um cavalheiro, mas tendo o atraente sargento Morse Archer sob sua tutela, já não tinha tanta certeza do resultado que alcançaria. Seria refinamento, paixão ... ou ultraje? Se Leonora Freemantle não conseguisse fazê-lo passar por cavalheiro diante da sociedade de Bath, teria de se casar imediatamente. Mas não se ele pudesse evitar, jurou Morse Archer, pois aquela linda intelectual, de altos ideais e charme inocente, estava lhe ensinando, sem o menor esforço, a verdadeira linguagem do amor...!
 
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